Agronegócio

Presidente do Conselho dos Exportadores de Cafés é destaque na Assembléia da monteCCer

Na noite desta quinta-feira, 30 de março, foi realizado no Pelicano Eventos a Assembléia da monteCCer. O evento seguido de jantar reuniu os acionistas para prestação de contas feita pelo diretor Régis Damásio, que apresentou o balanço geral dos últimos cinco anos, além dos investimentos e melhorias em infra-estrutura realizados pela cooperativa.

Na sequência, o presidente da Federação dos Cafeicultores do Cerrado, Francisco Sérgio de Assis, promoveu a eleição da mesa diretora e do conselho fiscal de 2017 com chapa única. Em seu discurso ele valorizou a importância da humildade, união e do trabalho em equipe: “O trabalho da cooperativa nunca acaba, estamos sempre investindo em pesquisas, tecnologia e infra-estrutura. O mercado é soberano e muito café daqui está lá fora. Vamos produzir menos esse ano para dar equilibrio a oferta e a procura, mas sempre com os pés no chão. Quero aproveitar a ocasião para parabenizar o Grupo Dianin, porque a irrigação foi a salvação da lavoura e tudo que há de mais moderno nesse segmento está aqui.” Serginho finalizou convidando todos para o lançamento do selo da Denominação de Origem da Região do Cerrado Mineiro na Europa, que acontecerá em Budapeste, na Hungria e completou: “O café divide riquezas”

O destaque da noite, ficou à cargo de Nelson Carvalhaes, consultor do grupo OLAN (terceira maior compradora de café do mundo) e Presidente da Cecafé, Conselho dos Exportadores de Café. Ele contou que vem para nossa região desde 1987 e acredita que a Denominação de Origem funciona e citou o vinho como uma realidade. Elegeu os investimentos em tecnologia na irrigação e mecanização como responsáveis pela produção do café de alta qualidade: “O brasil tem uma posição de liderança em todo mercado da cadeia de café, e a Região do Cerrado Mineiro é vanguardista na produção de cafés especiais. Os consumidores estão cada vez mais exigentes e cresce no mundo todo a procura por café com procedência.” Carvalhaes também respondeu perguntas dos cafeicultores sobre o futuro a curto prazo “o câmbio cedeu e o preço está bom. A entre-safra será justa, a próxima safra díficil, mas as condições climáticas podem ajudar bastante”.

Texto Miriam Rezende Gonçalves
Fotos João Naves

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